Cabine primária
Trabalha em média tensão. Recebe o ramal da concessionária, mede, protege e secciona a entrada da sua instalação. É onde vivem disjuntor de MT, relé, TC, TP, seccionadora e para-raio.
O fabricante vende a cabine montada. O prestador vende a hora de serviço. Aqui está cada peça do conjunto — cubículo, disjuntor, relé, transformador, TC e TP, terminação, para-raio e cabo de média tensão — com engenharia para especificar e um fornecedor só na nota.
Cabine nova, retrofit ou peça de reposição. Diga em qual está e a conversa começa do ponto certo.
É o conjunto de entrada de energia em média tensão de uma unidade consumidora: o ponto onde o ramal da concessionária, tipicamente em 13,8 kV, 23 kV ou 34,5 kV, chega à instalação e é medido, protegido e seccionado antes de o transformador rebaixar a tensão para os quadros de baixa tensão.
É também chamada de cabine de média tensão ou de subestação de entrada do consumidor. Fica depois do ponto de entrega, o que significa que ela é sua: o projeto, a construção, a conformidade e a manutenção correm por conta do consumidor, não da distribuidora.
A instalação segue a ABNT NBR 14039, que cobre média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV, e os serviços seguem a NR-10. Quando os equipamentos ficam em invólucro metálico compartimentado, o cubículo segue a ABNT NBR IEC 62271-200.
Para se aprofundar: como escolher a cabine primária ideal, guia da subestação de média tensão e a importância da câmara de manobra.
Nenhum deles vem sozinho, e faltando um a cabine não energiza. Fornecemos todos.
Terminação ou mufla, para-raio polimérico e cabo de média tensão até o barramento.
Transformadores de corrente e de potencial, base de fusível de TP e o arranjo que a distribuidora homologa.
Chave seccionadora com ou sem carga, punho, alavanca, articulador e o intertravamento que impede a manobra errada.
Disjuntor de média tensão a vácuo ou SF6, ou fusível limitador HH, e o relé que decide quando abrir.
Cubículo blindado metálico conforme a IEC 62271-200, ou a câmara de alvenaria construída em obra.
Transformador de potência a seco ou a óleo, dimensionado pela carga com folga para a expansão.
Malha, cordoalha, hastes, conjunto de aterramento temporário, tapete isolante e sinalização.
Os três nomes aparecem no mesmo projeto e são confundidos o tempo todo. A diferença muda o equipamento que você compra.
Trabalha em média tensão. Recebe o ramal da concessionária, mede, protege e secciona a entrada da sua instalação. É onde vivem disjuntor de MT, relé, TC, TP, seccionadora e para-raio.
Trabalha em baixa tensão. Distribui os circuitos internos a partir da saída do transformador. Equipamento completamente diferente: disjuntor caixa moldada, barramento de BT, QGBT.
Toda cabine primária é uma subestação de consumidor, mas nem toda subestação é cabine primária: a da concessionária, a de transmissão e a elevadora de geração também são subestações.
Cubículos metálicos compartimentados montados em fábrica, conforme a NBR IEC 62271-200. Ocupa menos área, tem grau de proteção definido, obra civil reduzida e prazo previsível. É o caminho onde metro quadrado é caro ou o cronograma é apertado.
Câmara construída no local. Custo de material menor, mais espaço interno para manutenção, e a contrapartida é obra civil, área disponível e projeto arquitetônico. Onde a câmara já existe, o retrofit dos equipamentos internos costuma ser mais rápido e mais barato que trocar tudo.
Comparação detalhada no blog: metálica ou de alvenaria, qual é a melhor · tipos de cubículo blindado.
Quem decide isso é a carga instalada da unidade consumidora. A régua vem da REN ANEEL nº 1.000/2021, e a resposta cabe em três faixas.
Atendimento em baixa tensão, direto do transformador da rua. Não há cabine primária e o padrão de entrada resolve.
Esta é a faixa da cabine primária. A entrada passa a ser em média tensão e a instalação precisa de medição, proteção, manobra e transformador próprios.
O fornecimento migra para tensão mais alta e o projeto deixa de ser uma cabine primária: vira subestação de maior porte, com outro arranjo.
Cada concessionária publica a própria norma técnica de atendimento, e ela pode ser mais restritiva que a regra geral — no arranjo de medição, no tipo de invólucro aceito e no que precisa estar homologado. Antes de comprar equipamento, confirme a NT da distribuidora que atende o endereço. É o erro mais caro dessa obra, e o mais comum.
Seis situações trazem gente até aqui, e cada uma pede um tratamento diferente. Encontre a sua e o formulário já começa preenchido pelo lado certo.
A planta cresceu, o transformador atual não aguenta e a concessionária exigiu adequação da entrada.
Especificação do conjunto sobre o seu unifilar e fornecimento integrado, do para-raio ao transformador, com prazo confirmado antes do pedido.
Cabine dos anos 80 ou 90, ainda com disjuntor a óleo, sem laudo e longe do que a NR-10 exige hoje.
Troca peça a peça sem derrubar a câmara: disjuntor a vácuo, relé digital, terminação e para-raio novos, aproveitando a estrutura existente.
Você monta a cabine para o cliente final e precisa da lista inteira sem caçar item em cinco fornecedores.
Linha 15 a 36 kV completa numa nota só, com condição de revenda e o mesmo interlocutor técnico do orçamento à expedição.
Precisa fechar memorial e lista de materiais, e que o que está no papel exista de verdade no mercado.
Apoio na especificação por norma e disponibilidade real conferida antes de o projeto ser assinado, em vez de descoberta na hora da compra.
Entrada de conexão, proteção e medição para homologar a injeção junto à distribuidora.
Skid de conexão, cubículo de proteção e medição, para-raio, terminação e cabo de média tensão, na classe exigida pela concessionária.
A intervenção está marcada, a equipe é sua ou terceirizada, e falta a peça para fechar o serviço.
Reposição em estoque: relé, TC, TP, fusível, terminação, para-raio, conjunto de aterramento temporário e EPI. Fornecemos a peça — o serviço é seu.
Somos distribuidores de materiais elétricos de média tensão. Dizer isso na frente evita a ligação que termina em decepção — e evita que você perca uma semana esperando um orçamento que nunca ia sair daqui.
Se o que você procura está na coluna da direita, vale a ligação mesmo assim: dizemos quem no mercado faz, sem enrolar.
Não prestamos manutenção preventiva, inspeção termográfica nem operação de cabine. Fornecemos a peça para a empresa que faz.
Não executamos a construção da câmara, a base do transformador nem o fechamento do abrigo.
Não assinamos projeto nem emitimos ART. Apoiamos a especificação do material; a responsabilidade técnica é do engenheiro do projeto.
Não damos entrada no processo junto à distribuidora nem respondemos por aprovação de projeto.
Não trabalhamos com cabine ou equipamento usado, recondicionado ou sem procedência.
Cubículo blindado e cabine, das versões simplificadas às convencionais e a SF6, com ficha técnica de cada uma. Todos sob cotação, configurados conforme o unifilar e a classe de tensão.
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Ver ficha técnica →Cada bloco do conjunto tem categoria própria no catálogo, com ficha técnica e norma. Você compra o item que falta ou o conjunto todo — na mesma nota, com o mesmo responsável técnico, em vez de cinco fornecedores apontando um para o outro quando algo não encaixa.
O invólucro metálico compartimentado do conjunto, conforme a NBR IEC 62271-200.
Manobra e proteção a vácuo ou SF6, extraíveis e fixos, de 15 a 36 kV.
O relé que decide quando o disjuntor abre, mais painéis de comando e proteção.
Terminação termocontrátil, polimérica e terminal desconectável para cabo de MT.
Proteção contra surto na entrada, em versões poliméricas de 15 a 30 kV.
Seccionadoras com e sem carga, punhos, alavancas e intertravamento.
Elo fusível, limitador HH e fusível de TP para o arranjo de medição.
Cabo de cobre isolado de 8,7/15 kV a 20/35 kV, terminais, luvas e conectores.
Malha, hastes, cordoalha e conjunto de aterramento temporário para a intervenção.
Precisa de um item que não está listado? O catálogo cobre a linha inteira de 15 a 36 kV. Ver o catálogo completo.
Numa cabine primária não existe uma norma só. Cada bloco responde à sua, e quem especifica precisa saber qual olhar.
Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. É a norma-mãe do projeto da cabine.
Conjuntos de manobra e controle em invólucro metálico. Define compartimentação, grau de proteção e ensaio de arco interno.
Disjuntores de alta-tensão em corrente alternada. Rege corrente nominal, capacidade de interrupção e ciclo de operação.
Transformadores de potência. Cobre características, ensaios e níveis de isolamento.
Segurança em instalações e serviços em eletricidade. Alcança projeto, execução, operação, manutenção e o prontuário.
Condições gerais de fornecimento. Define a faixa de tensão de atendimento pela carga instalada — a régua dos 75 kW.
Acima delas está a norma técnica da distribuidora local, que pode ser mais restritiva e é a que decide o que será homologado no seu endereço.
Cabine primária tem ciclo longo e detalhe demais para caber num pedido de preço. Os campos técnicos são opcionais: preencha o que souber, e o que faltar a engenharia levanta com você a partir do unifilar.
Cabine primária é o conjunto de entrada de energia em média tensão de uma unidade consumidora. É o ponto onde o ramal da concessionária, tipicamente em 13,8 kV, 23 kV ou 34,5 kV, chega à instalação e é medido, protegido e seccionado antes de o transformador rebaixar a tensão para os quadros de baixa tensão. Ela reúne terminação, para-raio, medição, chave seccionadora, disjuntor ou fusível, relé de proteção, transformador e aterramento, normalmente abrigados em cubículo blindado ou em câmara de alvenaria.
A regra geral da Resolução Normativa ANEEL nº 1.000/2021 usa a carga instalada como corte: até 75 kW o atendimento é em tensão secundária, ou seja, baixa tensão, e não há cabine primária. Acima de 75 kW e até 2.500 kW o atendimento passa a ser em tensão primária de distribuição, que é a faixa da cabine primária. Acima de 2.500 kW o fornecimento migra para tensão de subtransmissão ou alta tensão e o projeto deixa de ser uma cabine primária. A norma técnica da sua distribuidora pode ser mais restritiva que a regra geral, então vale conferir a NT antes de fechar o projeto.
A cabine primária fica antes do transformador e trabalha em média tensão: recebe o ramal da concessionária, mede, protege e secciona. A cabine secundária fica depois do transformador e trabalha em baixa tensão: distribui os circuitos internos da instalação. Uma é a entrada de energia, a outra é a distribuição interna, e elas usam equipamentos completamente diferentes.
Toda cabine primária é uma subestação de consumidor, mas nem toda subestação é cabine primária. Subestação é o termo amplo e inclui as instalações da concessionária, de transmissão e as elevadoras de geração. Cabine primária é o nome usado no Brasil para a subestação de entrada do consumidor em média tensão, dentro da própria planta ou prédio.
São sete blocos: entrada e proteção contra surto, com terminação, para-raio e cabo de média tensão; medição, com transformadores de corrente e de potencial; manobra, com chave seccionadora e intertravamento; proteção, com disjuntor de média tensão ou fusível limitador e o relé que comanda a abertura; o invólucro, que é o cubículo blindado ou a câmara de alvenaria; transformação, com o transformador de potência a seco ou a óleo; e aterramento e segurança, com malha, conjunto de aterramento temporário e EPI.
A blindada é montada em fábrica em cubículos metálicos compartimentados, conforme a IEC 62271-200. Ocupa menos área, tem grau de proteção definido, prazo previsível e obra civil reduzida. A de alvenaria é construída no local, tem custo de material menor e espaço interno maior para manutenção, mas exige obra, área disponível e projeto arquitetônico. Onde a área é cara ou o prazo é curto, a blindada costuma vencer; onde já existe a câmara construída, o retrofit dos equipamentos internos costuma ser o caminho.
Não. Somos distribuidores de materiais elétricos de média tensão e não prestamos serviço de manutenção, inspeção termográfica ou operação. O que fazemos é fornecer a peça para quem executa: relé, transformador de corrente e de potencial, fusível, terminação, para-raio, disjuntor, conjunto de aterramento temporário e EPI. Se você tem a intervenção marcada e falta material, é exatamente o nosso caso.
A instalação segue a ABNT NBR 14039, que cobre instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. O cubículo blindado segue a ABNT NBR IEC 62271-200. O disjuntor segue a ABNT NBR IEC 62271-100. O transformador de potência segue a ABNT NBR 5356. Os serviços seguem a NR-10, e as condições de fornecimento seguem a REN ANEEL nº 1.000/2021 mais a norma técnica da distribuidora local.
Não existe preço de tabela, e desconfie de quem der um número antes de ver o unifilar. O valor varia com a classe de tensão, a potência do transformador, o arranjo de medição e proteção exigido pela distribuidora, o tipo de invólucro e a quantidade de cubículos. O que dá para adiantar é a lista de materiais: com tensão de fornecimento, potência do transformador e o unifilar em mãos, a cotação sai fechada na primeira rodada.
Vai trocar só o disjuntor? Veja a solução de disjuntores de média tensão.