Reduzir a conta no horário de ponta
A bateria carrega na tarifa barata e descarrega nas três horas mais caras do dia. É a aplicação com a conta mais direta, e a que costuma abrir o projeto.
O BESS carrega a bateria quando a tarifa está barata e devolve a energia no horário de ponta. Nós dimensionamos, fornecemos e integramos o sistema inteiro, da entrada em média tensão à célula.
Resposta da engenharia, não de vendedor. Sem compromisso.
A pergunta que todo mundo faz primeiro é se a bateria se paga. Dá para ter uma ideia em dois minutos, com dois números que estão na sua fatura. Preencha e veja a economia mensal que o deslocamento de consumo geraria.
Estimativa simplificada: consumo da ponta × diferença de tarifa, com 90% de eficiência de ida e volta do sistema. Não considera demanda, impostos por estado nem o investimento. O payback só sai no estudo.
Seu perfil já está na faixa de viabilidade. Com esse consumo na ponta e essa diferença de tarifa, a engenharia da Gazquez Energy trabalha com retorno na ordem de 4 a 4,5 anos, e um gabinete de 100 kW / 211 kWh costuma atender o deslocamento.
Esse perfil fica abaixo da régua usual de corte, que é consumo de 3.500 a 4.000 kWh na ponta com diferença de tarifa a partir de R$ 2,50. Ainda pode fechar somando outras funções, como backup ou redução de demanda contratada. Vale conversar antes de descartar.
Não existe um BESS que sirva para tudo. O dimensionamento muda conforme o objetivo, e é a primeira pergunta que a engenharia faz.
A bateria carrega na tarifa barata e descarrega nas três horas mais caras do dia. É a aplicação com a conta mais direta, e a que costuma abrir o projeto.
O sistema injeta energia nos picos curtos de consumo, o que evita multa por ultrapassagem e a contratação de uma demanda maior só para atender pico.
Fonte para cargas críticas durante interrupções. O dimensionamento sai do DEC e do FEC da sua fatura, que dizem quanto tempo e quantas vezes você ficou sem energia.
Quando a distribuidora não aceita mais injeção, a bateria absorve o excedente em vez de mandar para a rede. Permite crescer a geração sem aumentar a injeção.
Microrrede isolada, com o BESS como formador de rede. Comum no agronegócio, onde hoje se queima diesel para irrigação, silo e câmara fria.
Solar, diesel e bateria coordenados por um EMS, com partida e parada do gerador conforme a carga e o estado de carga da bateria.
Projeto de armazenamento que frustra quase sempre nasce de uma expectativa errada montada no início.
Para sair do modo seguidor de rede e virar formador de rede, o sistema precisa confirmar que a proteção a montante abriu. Some o tempo de todos os componentes e existe interrupção, por menor que seja. Carga que não pode piscar precisa de UPS. A exceção parcial é o gabinete híbrido de 50 kW, com transferência integrada abaixo de 10 ms.
De fábrica ele controla o próprio despacho em potência fixa. Se a carga cair abaixo dessa potência, sobra energia indo para a rede. Peak shaving, load shift e controle de exportação exigem EMS externo lendo o consumo real. Dos três gabinetes C&I, só o de 257 kWh já traz EMS.
O PCS até fornece reativo, mas gastar célula de lítio nisso é caro perto de um banco de capacitores. Se o seu problema é fator de potência, a resposta certa é banco de capacitores, estático ou dinâmico, e a gente fala sobre isso também.
Ficha técnica completa de cada equipamento, com especificações do fabricante. Todos sob cotação.
Estação de recarga veicular monofásica de 7 kW, conector Type 2, IP54 para uso interno e externo, com Wi-Fi integrado e RFID.
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Gabinete de armazenamento all-in-one de 50 kW / 120,58 kWh com entrada solar CC, entrada para gerador a diesel, EMS integrado e...
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Gabinete de armazenamento comercial e industrial de 100 kW / 211 kWh, com células LFP-300Ah, refrigeração líquida e operação em...
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Gabinete de armazenamento comercial e industrial de 125 kW / 257 kWh, com EMS e plataforma de O&M inclusos, operação em Grid For...
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Gabinete de armazenamento comercial e industrial de 125 kW / 261 kWh, com células LFP-314Ah, operação em Grid Forming e VSG e ce...
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Controlador de gerenciamento de energia para sistemas on-grid, off-grid, microrredes e grid zero, integrando solar fotovoltaico,...
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Controladores de zero exportação para usinas solares conectadas à rede, em aplicações de autoconsumo onde é necessário gerenciar...
Ver ficha técnica →Todo mundo viu vídeo de bateria de lítio queimando. É a objeção mais legítima do setor, e a resposta é engenharia em camadas: evitar que a célula chegue ao ponto crítico, e conter caso chegue.
Lítio ferro fosfato, escolhido por estabilidade térmica e vida útil, não por preço. Cerca de 8.000 ciclos até 65% de capacidade.
Circuito fechado com 50% de etilenoglicol e 50% de água nas baterias, e ar no PCS. Mantém a célula na faixa segura, que é também a mais eficiente.
Monitora célula a célula e corta a operação quando a temperatura se aproxima do limite, antes do ponto de combustão.
Detector de temperatura e fumaça, detector de concentração de gás, painel com alívio de explosão e supressão por aerossol. Em alguns modelos, extinção por imersão no nível do pack.
Ensaio internacional de propagação de fuga térmica, cujo resultado define as exigências de proteção do local de instalação. Este é o modelo da linha que carrega essa certificação no gabinete completo.
Duas topologias, conforme o ponto de acoplamento. Acima de 1,5 MW a conexão em 380 V deixa de ser viável pelo nível de curto-circuito, e o sistema sobe para média tensão.
Acoplamento direto em 380 V, para sistemas até cerca de 1,5 MW. É o caso da maioria dos projetos comerciais e industriais.
Acima de 1,5 MW entra transformador elevador para classe 15 kV ou 36 kV, com cubículo de manobra e proteção no primário.
Projeto de armazenamento raramente para na bateria. Precisa de entrada de energia, cubículo, proteção, cabo e terminação de média tensão. A Trifásica é o Centro Avançado de Distribuição dessa linha, e a Gazquez Energy, do mesmo grupo, fabrica do cubículo de manobra até o gabinete. Não existe um elo em que a responsabilidade troque de dono.
Quatro campos agora. Na próxima tela pedimos os dados técnicos que a fábrica precisa para dimensionar, e você preenche o que tiver em mãos. Se preferir, anexa a fatura depois por e-mail.
A leitura de mercado usada pela engenharia da Gazquez Energy é a seguinte: cliente do Grupo A com consumo de 3.500 a 4.000 kWh por mês no horário de ponta e diferença de tarifa cheia entre ponta e fora ponta a partir de R$ 2,50 por kWh já apresenta retorno na ordem de 4 a 4,5 anos. Um único gabinete de 100 kW e 211 kWh atende esse deslocamento. O número final depende do projeto e é confirmado no estudo.
Não. O BESS com inversor bidirecional precisa sair do modo seguidor de rede para o modo formador de rede quando a energia falta, e essa transição leva um tempo. Por menor que seja, existe interrupção. Carga que não admite piscar precisa de UPS. O gabinete híbrido de 50 kW é a exceção parcial: tem chave de transferência integrada com tempo inferior a 10 ms.
O gabinete sai de fábrica controlando o próprio despacho em potência fixa. Para peak shaving, load shift e controle de exportação é preciso um EMS externo, que lê o consumo real das cargas e modula a potência de saída. Sem ele, o sistema pode injetar energia na rede. Dos três gabinetes comerciais e industriais, só o de 257 kWh já vem com EMS integrado.
Tecnicamente o PCS fornece reativo, mas não é o uso indicado. Ocupar célula de lítio para compensar reativo é caro e ineficiente perto de um banco de capacitores, estático ou dinâmico. Quem precisa de correção de fator de potência deve resolver com banco de capacitores.
Para efeito de comparação, um gabinete de 100 kW e 211 kWh equivale a um gerador diesel de 75 kVA com autonomia de 2 a 3 horas. Como no gerador, reduzindo a carga aumenta a autonomia. A escolha entre um e outro, ou a combinação dos dois em microrrede, depende do perfil de uso e do custo do combustível.
A discussão mais quente do setor é a dupla cobrança de TUSD, no carregamento e na injeção. Ela afeta quem injeta energia na rede. Aplicações atrás do medidor, como peak shaving, load shift e backup, não dependem de injetar na rede, então o cliente comercial e industrial fica largamente fora dessa discussão.
Os gabinetes usam química LFP, escolhida por estabilidade térmica, com refrigeração líquida em circuito fechado, BMS que interrompe a operação quando a célula se aproxima do limite térmico, detector de fumaça, detector de concentração de gás, painel com alívio de explosão e supressão por aerossol. O modelo de 257 kWh carrega UL 9540 e UL 9540A no gabinete completo, o ensaio internacional de propagação de fuga térmica.
Quer entender a arquitetura antes? Leia a engenharia por trás do armazenamento.